Mentoria reversa auxilia na renovação de processos no planejamento estratégico

Mentoria reversa auxilia na renovação do planejamento estratégico

Quando se pensa em um mentor, logo visualizamos a imagem de alguém maduro, certo? Mentoria é associada à experiência, mas nem sempre é a vivência medida em anos ou décadas que determina o quão eficiente é o aconselhamento. Uma tendência nos aconselhamentos de negócios é a mentoria reversa, em que jovens aconselham os mais experientes.

É fácil associar esse fenômeno às mudanças tecnológicas. Muitas empresas têm dado voz aos millenials, geração nascida a partir dos anos 80, por valorizar o contexto histórico nos quais esses jovens cresceram.

Agilidade, inovação, flexibilidade, rápida comunicação e a possibilidade de descobrir novos talentos no mercado são alguns dos atrativos dessa modalidade. Desde 2015, a Coca-Cola mantém um programa de mentoria reversa em seu departamento de marketing.

Esse estilo de aconselhamento não é exatamente recente, foi iniciado pelo CEO da general Electric ainda no final dos anos 90, justamente para que executivos da velha guarda aprendessem com os nativos da era da internet sobre as mudanças digitais.

Mesmo com quase 20 anos de surgimento, o estilo segue atual, afinal, os avanços da tecnologia da última década mudaram a forma como consumimos insumos digitais e a velocidade de informações que absorvemos diariamente.

É cada vez maior a necessidade de metodologias ágeis e a consolidação do modelo de gestão horizontal, que trata funcionários como colaboradores e lhes confere autonomia. Nesse cenário, a mentoria reversa é uma modalidade que pode ser considerada uma melhoria nas estratégias de marketing.

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