Modernidade nas relações de trabalho é fator considerado por 57% dos profissionais

Home office e flexibilidade: relações modernas de trabalho são relevantes para 57% dos profissionais

Com o avanço tecnológico no ambiente de trabalho e a migração em parte ou total de muitos negócios para o digital, novas modalidades e formas de execução laboral têm se tornado recorrentes, como o exercício de home office.

As relações de trabalho vêm mudando, seja na esfera política, com alterações nas leis trabalhistas, quanto nos modelos aplicação de demandas e administração de carga horária.

O uso de tecnologia na comunicação com colegas de gestores, além da possibilidade de trabalho remoto, já tem peso na escolha profissional. É o que aponta estudo do Ibope Conecta, a pedido da Microsoft, que ouviu 1500 profissionais de diferentes níveis hierárquicos, mercados e profissões. 57% deles afirmam que levam em conta se o ambiente de trabalho é moderno na hora de avaliarem uma proposta de emprego.

91% dos entrevistados concordam que a tecnologia já é parte integrante da cultura de trabalho de suas organizações. Quase metade dos profissionais (47%) afirmam já realizar reuniões remotas.

A flexibilidade de rotina e possibilidade de home office é apontada por 35% como benefícios no uso da tecnologia. O tempo de deslocamento e a possibilidade de trabalhar de forma mais focada quando se está só são alguns dos pontos destacados por Moema Machado, 29 anos, que já chegou a trabalhar de forma remota quando exerceu cargo de Product Owner.

“Trabalhava em uma equipe no formato de metodologia ágil e, quando estava na empresa, era amplamente demandada na consolidação de ideias, reuniões e afins. Não conseguia executar nada dentro do ambiente da empresa e, por isso, optei por tirar alguns dias e/ou turnos para trabalhar remoto, agilizando meu processo produtivo”, conta.

No caso do fotógrafo e designer Vítor Rocha, 25 anos, que atua tanto em serviço formal como freelancer em modalidade home office, a possibilidade de administrar o próprio tempo e ser o próprio chefe foram atrativos, mas admite que é preciso ter autogerenciamento.

“Eu programo meu horário e dias de folga, as desvantagens ficam por conta da procrastinação e a falta de demanda de trabalho. Me organizo de acordo com os serviços a serem feitos, procuro fazer logo para entregar o mais rápido possível”, esclarece.

A opinião corrobora o que diz o levantamento: gerenciamento do próprio horário de trabalho e monitoramento das atividades também são relevantes para 61% dos entrevistados.

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